segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Por onde passa a Gestão Estratégica de Conteúdo Local, no setor de óleo e gás?

A política de conteúdo local é um assunto que vem sendo discutido por vários especialistas do mercado nos últimos tempos, e como você já deve saber essa política possui um histórico de alterações que sempre causam um balanço na indústria. A mais recente foi a retirada do conteúdo local do critério de julgamento das propostas dos blocos exploratórios, além da redução dos percentuais mínimos para as fases de exploração e desenvolvimento e a remoção da exigência para itens e subitens, considerando compromissos assinados a partir da 14ª rodada de licitações de blocos exploratórios.
A próxima alteração, se aprovada a proposta colocada em discussão pela ANP, será a revisão dos compromissos assumidos em contratos firmados nas rodadas de licitações anteriores, podendo substituí-los pela regulação aprovada em 2017.
O fato é que em um momento de tanta indecisão quanto ao futuro da política de conteúdo local, existem contratos em andamento com compromissos assumidos e que precisam ser cumpridos, pois estão passíveis de sanções. Seguindo a linha exposta pelo governo até o momento, mesmo que reduzidos os percentuais, a exigência de nacionalidade é e continuará sendo uma realidade, até segunda ordem.
Dessa forma, as empresas do segmento de óleo e gás, direta ou indiretamente envolvidas com o cumprimento do compromisso, devem se planejar de forma a manter o conteúdo local nos níveis exigidos pelo contrato, sem ferir o planejamento da companhia e principalmente otimizando recursos.
Independente do tipo de certificação a ser realizada, o que vai depender do objeto contratual, a companhia deve ter clareza do seu processo de conteúdo local interno, desde a apresentação da proposta comercial para o cliente até a entrega do certificado de conteúdo local.
A atenção deve ser redobrada em pelo menos 2 itens:
Planejamento: Na hora de planejar a operação, no que diz respeito a mão de obra, é importante analisar a nacionalidade, tempo de embarque, função e custo do pessoal envolvido, tudo é claro levando em consideração o tipo de serviço que será feito. Esta análise deve se estender também às informações contidas na documentação dos equipamentos ou materiais adquiridos para a realização do trabalho em atendimento ao contrato com exigência de conteúdo local.
Organização: Um olhar cuidadoso deve ser dado à organização da documentação antes e depois da certificação, pois tudo que será certificado precisa ser comprovado. Sendo assim, a organização previne a ausência de documentos cuja falta pode causar o impedimento da certificação, por isso a organização deve ser um ponto de alerta.  Informações incorretas levam ao desperdício de tempo e aumento de custos que consequentemente acabam por impactar o planejamento inicial da companhia.
É relevante que cada companhia crie seu fluxo interno de documentos alinhado com seu contrato e com sua atividade fim, a movimentação no processo de conteúdo local tende a ser bem complexa, envolvendo vários setores e tornando a comunicação fundamental. O desenho do fluxo interno facilitará muito o processo de conteúdo local e pode até mesmo contribuir para melhorar outros processos internos.
Têm-se um ganho enorme quando os colaboradores conhecem não só as regras do setor em que atuam mas principalmente quando a executam em acordo com os valores da sua companhia.
IMPORTANTE:

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Afinal são 32  petroleiras, sendo 18 estrangeiras, que já estão aprovadas para o leilão de setembro, e mais dez preparando-se para o de outubro. 
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Fonte: Patrícia Leotério - Especialista em Conteúdo Local e Gestão 

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O setor de petróleo e gás, por 3 anos, viveu momentos turbulentos, com descrédito por parte de empresas e profissionais. Porém, o momento nacional traz céu de brigadeiro para o setor. Estamos em processo espetacular de retomada, afinal 32 petroleiras estão chegando, para os leilões em setembro, sendo 19 estrangeiras. Para outubro mais 10 petroleiras.  Além disso, a ANP assinou, na quinta-feira 31/08, os contratos relativos a 4ª rodada de áreas de acumulação de petróleo.
São muitas as boas notícias.
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sábado, 12 de agosto de 2017

Ele era o cara na balada, hoje sofre com a falta de grana, com o desemprego

Cardoso, (nome fictício), era um baladeiro de presença. Ganhando bem, com um bom emprego, e muitos amigos, era a estrela da turma. Não pensava no futuro, já que estava tudo sempre bom. Muitos amigos, cerveja ou destilado a rodo, meninas em volta, super querido, enfim, noites perfeitas. Até que com a crise tudo desabou. Os reais, gastos na noite, hoje fazem falta para o dia a dia, para produtos básicos e outras necessidades. A ficha então começa a cair, a depressão chega, a culpa, pessoal, começa a derivar para terceiros, como se somente eles fossem os culpados do infortúnio, não eram. Os amigos já não os tem mais. A família, antes negligenciada, empresta o apoio para que os dias, hoje negros, voltem a ter céu de brigadeiro. 

Até que Cardoso conheceu Valdir, um ex-baladeiro, que lhe passou toda sua experiência. Uma delas, segundo Valdir, é que tudo sempre passa. O que se deve buscar é ensinamento na experiência, minimizando os eventuais problemas futuros. Tendo passado por situação semelhante, Valdir citou que, hoje, seu futuro está sempre presente nas atitudes. Não joga dinheiro fora, não se deixa envolver por bajuladores de plantão, investe em educação, treinamento e até ensaia um negócio. Ações que, segundo Valdir, são possíveis com disciplina, criatividade, motivação e perseverança. Que fique claro, disse Valdir a Cardoso, esta não será sua última crise, mais virão, com maior ou menor intensidade, o que vai depender da sua atitude.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

10 dicas para concurseiros de primeira viagem

Confira o que fazer se você está começando a preparação agora e quer encurtar o caminho até a aprovação em um concurso público
São Paulo – Estabilidade profissional, salários vantajosos e flexibilidade na carga horária de trabalho são os principais chamarizes da carreira pública. Ano a ano, mais profissionais decidem voltar aos livros e apostilas para se preparar para conquistar uma aprovação em concurso público.
De acordo com a Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos (ANPAC), o crescimento deste mercado é da ordem de 40% ao ano. Isso significa que cada vez mais há novatos entre os concurseiros.
E, quem está debutando nos estudos para concursos, muitas vezes, não sabe nem por onde começar a preparação, o que aumenta as chances de apostar em táticas inadequadas de estudo.
“Ao longo dos mais de 10 anos preparando os alunos para os diversos concursos públicos em nosso país, venho percebendo posturas acertadas e outras nem tanto na conduta de quem resolve voltar os seus estudos para a preparação para as seleções públicas”, diz Alessandro Sanchez, professor da rede LFG.
Confira as 10 dicas para encurtar o caminho até o êxito elaboradas pelo especialista para os concurseiros de primeira viagem:
1 Escolha da carreira
Primeiro passo é escolher a carreira. Tenha em mente também o cargo que você deseja. De acordo com Sanchez o ideal é fugir de escolhas genéricas. “É mais do que escolher por carreiras policiais ou trabalhistas, por exemplo, mas apontar o cargo específico”, diz Sanchez.
Ou seja, além escolher estudar para os editais do TRT, escolha, por exemplo, prestar os concursos para analista. Segundo o professor da LFG, a escolha pode ser genérica dentro de limites claros. “Se por um acaso esse candidato der uma fugidinha para outro edital que seja o de técnico do TRT, mas jamais o de investigador de polícia porque o foco é determinante em concursos”, explica.
2 Tenha o hábito de manter-se bem informado
Várias carreiras públicas exigem que o candidato esteja a par dos acontecimentos atuais. Verifique em editais anteriores do concurso do qual vai participar se atualidades é uma disciplina cobrada.
É interessante focar nos acontecimentos do ano anterior e do vigente e passar a visitar dois portais de notícias todos os dias”, diz Sanchez. Encontrou uma notícia nacional ou internacional importante e que está reverberando no momento? Faça um fichamento. Guias de atualidades também são bastante úteis para os concurseiros.
3 Faça um cronograma de estudos
Tendo o gênero e a espécie do concurso em mente, prepare o seu cronograma de estudos. Para isso, confira o número de disciplinas cobradas no último edital.
“Minha sugestão é que o candidato escolha duas disciplinas de estudo por dia, separando 2 horas na parte da manhã e duas horas na parte da noite, fora o período de aulas”, indica Sanchez.
Comece o estudo sempre pela matéria com a qual tem menos afinidade e só depois passe para a disciplina de que mais gosta. “No momento de maior cansaço, essa atitude trará motivação e jogará em seu favor”, explica.
4 Fuja de expectativas negativas sobre as disciplinas
Evite pensamentos do tipo: “odeio tal disciplina, não consigo entender” ou “nunca vou conseguir estudar aquela matéria”. “Isso é péssimo e não existe matéria que uma pessoa não possa aprender”, lembra Sanchez.
Em vez disso pense que o estudo destas disciplinas trará grande benção de conquistar a aprovação. “Programe o seu cérebro de modo positivo, pois isso sem dúvidas trará incomensuráveis benefícios”, diz Sanchez.
5 Estabeleça mecanismos de controle de ansiedade
Esforço para controlar a ansiedade é diário e, segundo Sanchez, falhar nesta tarefa é um dos principais motivos que levam concurseiros à desistência. Aposte no diálogo com familiares, pois muitas vezes há uma carga de pressão pesada em casa.
“Estude com constância até a abertura do edital, separando momentos de lazer, recreação e seguindo uma vida em que as provações não sejam exacerbadas”, diz Sanchez. Combinar estudo com uma vida social e familiar equilibradas vai ajudar o concurseiro a manter-se motivado.
O imediatismo é principal vilão nesse caso. O caminho até a aprovação pede persistência e constância. Ficar pulando de edital em edital, preparando-se nos meses finais até a prova não ajuda em nada.
6 Não se disperse navegando na internet
“Esse é mais um capítulo do tão necessário foco”, diz Sanchez. Na rede, o concurseiro encontra boas informações em chats, blogs, sites e mídias sociais, mas pode perder muito tempo de pesquisa.
“Tem muita coisa boa, mas há o risco de ficar passeando em fóruns, lendo elucubrações acerca do edital, encontra fases desanimadoras. Meu conselho é: menos pesquisa e mais estudo”, diz o professor.
7 Resolva provas anteriores
Elas vão dar ao concurseiro o peso de cada disciplina na seleção, além de deixa-lo familiarizado com estilo da banca responsável pela seleção. “As provas anteriores são importante para um mapeamento de quais são as matérias mais importantes a se estudar, pois são essas que devem ficar em primeiro plano”, diz Sanchez.
Mas, o concurseiro também deve estar preparado para possíveis mudanças entre um edital e outro. “Existem diferenças sobre a complexidade da prova e uma diminuição na pontuação entre um edital e outro não deve ser suficiente para atrapalhar os seus objetivos”, diz Sanchez.
8 Aulas
Frequentar cursos específicos para concurseiros é, de acordo com Sanchez, um bom corta caminho já que os professores dão o caminho das pedras aos candidatos. Por isso tire o melhor que a aula pode oferecer.
“Sempre é válido fazer anotações acerca não somente do conteúdo, mas das dicas dos professores no que concerne a estrutura da prova, edital, banca e, logicamente, da modulação de importância das diversas matérias a se estudar”, diz Sanchez.
9 Tenha critério na escolha do material de estudos
Não saia comprando livros e mais livros. “Valerá a pena fazer a aquisição do livro se ele puder se encaixar na sua agenda e cronograma semanal de estudos”, diz o professor.
Um monte de livros empilhados vão aumentar o curso da preparação sem ajudar muito na preparação, de acordo com Sanchez. Aposte em material apostilado e nas indicações dos professores. Na internet existe vasto conteúdo preparatório disponível gratuitamente.
10 Coragem e disciplina
“Prefiro a palavra coragem, pois os disciplinados são aqueles que mantiverem a coragem de estudar não para passar, mas até passar, por longa data se for necessário”, diz Sanchez.
Não importa o tempo que levará até a sonhada aprovação, o concurseiro deve seguir estudando aconteça o que acontecer. Para os momentos em que a coragem faltar, o professor dá um conselho: “feche os olhos e reflita para ouvir uma voz interna dizer: tente mais um pouco”.

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As piores coisas que os chefes podem dizer aos funcionários

De falsas promessas a elogios mal feitos, veja algumas das piores coisas que um subordinado pode ouvir de sua chefia, segundo especialistas
Esqueça as frases "você está demitido" e "você é incompetente". As piores coisas que um chefe pode dizer aos funcionários podem estar bem longe dos extremos, presentes no dia a dia do trabalho. Especialistas e reuniram algumas delas, muitas vezes ditas até mesmo sem a pretensão de soarem negativas. 

Veja algumas delas:
Fazer promessas que não serão cumpridas
Uma promessa que nunca é concretizada se torna uma mentira. Muitas vezes, ao tentar motivar os funcionários, os superiores acabam prometendo coisas que não vão acontecer, mesmo sem má intenção. "Não tenho dúvidas de que, pior ainda do que fazer a promessa, é não cumprir aquilo que foi acordado", diz o headhunter e sócio da CTPartners, Arthur Vasconcellos.
Jõao Baptista Brandão, professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EASP), da Fundação Getulio Vargas concorda. "A promessa diz respeito à consistência, o caráter de alguém. Há chefes que são como alguns políticos. Primeiro conquistam com algo que não podem cumprir e depois tentam explicar o porquê de não o fazerem. É o famoso vamos fazer isso porque lá na frente.... O efeito é inverso. As pessoas acabam por entender isso como hipocrisia e não se envolvem intensamente porque sabem que o projeto é ç, não tem fundo".
Dizer que a opinião do funcionário não interessa
Em tempos em que as redes sociais imperam e todos querem se comunicar, ninguém gosta de sentir que realiza uma tarefa só para cumprir a agenda, sem poder participar efetivamente daquele projeto. Segundo Vasconcellos, 80% das pessoas que vão até ele se colocar à disposição para alguma vaga estão instatisfeitas com os seus chefes. "Pode parecer absurdo, mas na semana passada ouvi de uma pessoa que seu chefe tinha dito: eu pago o seu salário, então você faz o que eu estou mandando".
Fazer considerações ou até mesmo elogios usando a palavra "muito"
Muitas vezes a palavra "muito" é usada para enfatizar pontos que o chefe acredita serem positivos. Mas, ainda que seja assim, o funcionário pode se sentir ofendido, segundo o professor Brandão. "Esse muito soa como um julgamento, não como uma avaliação. Por exemplo, dizer você é muito técnica, ou muito tímida". Além disso, de acordo com ele, outras afirmações categóricas podem ser interpretadas como rótulos, como dizer que uma pessoa é "a cara de determinada área". "Isso enclausura, enjaula".
Dizer frases mal elaboradas
"Aqui todo mundo vai ter oportunidade, inclusive as mulheres". No caso desta frase citada por Brandão, o problema é de "incompetência de linguagem". "A pessoa quer dizer outra coisa e acaba ofedendo porque não compreende o que fala". Também serve como exemplo: "Fulano está se desligando da empresa e estamos procurando outra pessoa para sua vaga. Agora vamos arregaçar as mangas e trabalhar".
Dizer coisas positivas e depois usar a palavra "mas"
É como dizer "você é excelente no que faz, o relatório que você entregou ontem estava perfeito, mas acho que você é muito tímido com os outros funcionários". Segundo Brandão, mesmo que o "mas" seja usado para mostrar uma coisa pequenina, a informação que vem depois dele é a que fica. "Aí o cara que deveria sair daquela conversa feliz, acaba insatisfeito".
Dizer frases que não carregam significado para quem está ouvindo
São aquelas afirmações que só fazem sentido, de fato, pra quem as faz. Como exemplo, Brandão cita: "Nosso planejamento estratégico é ótimo, mas lá na ponta acaba não acontecendo. Vamos fazer esse esforço porque é bom para nós. E as pessoas perguntam: bom para quem? É bom para o chefe, que receberá um bônus pelo atingimento da meta. Mas e para os outros funcionários?". Segundo o professor, esse tipo de frase gera sensação de ironia e faz com que a equipe perca o interesse. "O subordinado pensa: ele quer que eu faça algo que importa para ele, não para mim".
Fonte: Exame

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Como funciona o processo de seleção

Enviei o meu currículo, e agora? Serei chamado para entrevistas? Devo entrar em contato com a empresa? Será que fui reprovado na entrevista? Quando irei começar a trabalhar.
Essas e muitas outras dúvidas ficam "martelando" na cabeça do profissional em processo de colocação ou recolocação profissional ou quando ele dá os primeiros passos, como recém contratado na empresa.
Algumas dessas dúvidas e outras são absolutamente normais e justificam a angústia do candidato e ou do recém contratado. Outras, no entanto, se o profissional conhecesse as etapas, as atividades e os critérios, que envolvem um processo de recrutamento e seleção de pessoal não deveriam se transformar em dúvidas e muito menos provocar fortes angústias.
Mesmo profissionais muito experientes qualificados e especializados, e até mesmo executivos, ficam perturbados, angustiados e ansiosos nestas ocasiões.
Afinal, participar de processos seletivos não é uma atividade corriqueira para ninguém, pois tem lá seus aspectos, suas regras básicas, seus prazos, seqüências específicas, etc.
Nossa recomendação é não entrar neste tipo de processo desorientado, como um pára-quedista em treinamento, pois pode não ser muito seguro aonde vai exatamente cair.
Portanto, conhecer as etapas que envolvem o processo como um todo pode ajudar na minimização do sofrimento, além de propiciar alguma vantagem competitiva ao profissional.
Aqui vão algumas dicas:
  • Definindo o Perfil da Posição e do Profissional Desejado
  • Recrutamento
  • Testes e Avaliações
  • Seleção Propriamente Dita
Para efetivação do processo seletivo é utilizado como avaliação provas escritas e objetivas – dirigida por cada área específica e grau de escolaridade, de acordo com as categorias de caráter eliminatório e classificatório.
As provas são elaboradas para diversas áreas de conhecimento, o recrutador tem que procurar sempre renovar a aplicabilidade de suas provas, guardando sempre a lisura e imparcialidade da renovação. A finalidade deste conceito é assegurar ao participante o princípio universal da competitividade.
A principal característica desse processo seletivo é conceber os participantes do mesmo a certeza da transparência e a lisura de seus resultados.

Um processo básico de Seleção se dá através de algumas etapas abaixo:

1ª Etapa: Responsabilidade do Rh Através do Selecionador:

  • Contato aos candidatos em potencial;
  • Realização de pré-entrevista por telefone: fornecer informações mais detalhadas sobre a empresa e a oportunidade, para identificar se o candidato realmente está interessado e se analisar superficialmente se o candidato possui alguns requisitos básicos (facilidade de deslocamento e locomoção, pretensão salarial, interesse pelo porte da empresa entre outros);
  • Dependendo do desenrolar da entrevista telefônica, ocorre o agendamento da seleção com os candidatos interessados;
  • Realização da seleção de acordo com as técnicas escolhidas: podem ser utilizadas uma ou mais técnicas e pode-se levar mais de um dia para a realização da seleção;
  • Elaboração do Parecer de Seleção: após a avaliação do candidato e análise detalhada de todas as técnicas utilizadas na seleção, o selecionador elabora seu parecer ou laudo contendo a aprovação ou reprovação do candidato, bem como as justificativas. Os pareceres dos candidatos aprovados deverão ser entregues ao gestor da área requisitante para análise, os pareceres dos candidatos reprovados ficam em arquivo no RH e oferecem subsídios para documentar o processo e alimentar os indicadores de RH;
  • Conversa com o Gestor de posse do parecer ou laudo para adiantar informações e impressões acerca dos candidatos aprovados pelo selecionador, no que se refere à parte comportamental e/ou psicológica;
  • Novo contato com os candidatos aprovados para agendamento da entrevista com o gestor da área;
  • Dependendo da demanda de trabalho do RH e dependendo da cultura organizacional, o RH contata ou não os candidatos para comunicarem a reprovação no processo de seleção com o RH. Nesta etapa, o RH nem sempre tem condições (entende-se demanda de trabalho e falta de mão de obra) de contatar os candidatos para fornecer o feedback.

2ª Etapa: Responsabilidade do Gestor Requisitante:

  • Entrevista do candidato aprovado pelo RH com o Gestor da área requisitante;
  • Alguns gestores conversam com o selecionador para analisarem em conjunto os candidatos nesta etapa, mas também existem empresas onde nesta etapa a decisão cabe somente ao gestor requisitante;
  • Decisão final do gestor quanto à reprovação ou aprovação do candidato;

3ª Etapa: Responsabilidade do Rh Através do Selecionador:

  • Convocação do profissional aprovado para formalizar a contratação;
  • Contato aos candidatos reprovados comunicando a reprovação e a finalização do processo seletivo, pois o feedback é um ato de respeito ao candidato.
  • Decisão Final - Entretanto a decisão final cabe ao requisitante, ou seja, o Gestor da Área.
    Mas por quê?
    Por que se o candidato chegou até a segunda etapa, que é com o Gestor da área, indica que cabe a esse gestor avaliar as questões técnicas e específicas do cotidiano do trabalho, bem como expor o detalhamento da posição e avaliar se aquele candidato tem condições técnicas para exercer aquela função.
    Como nesta etapa, entra-se no "detalhe" da posição, somente o gestor da área que está acostumado com o cotidiano da sua área é que possui subsídios para avaliar essas questões. Também temos que levar em consideração a empatia, ou seja, o feeling do Gestor. Portanto, nesta etapa o Gestor é soberano e cabe a ele o parecer final. Como citado anteriormente ele até pode ouvir novamente o selecionador, mas será ele que dará o ok final e aprovará ou não o candidato. Por isso, que de aproximadamente 15 a 20 candidatos entrevistados, no máximo 5 (normalmente 3) chegam ao Gestor requisitante.

    Subjetividade

    A atuação do RH no Recrutamento e Seleção na aprovação dos candidatos é muito importante, pois atuar, lidar e avaliar o Ser Humano, bem como o profissional por trás daquele ser humano não é uma ciência exata, como na Engenharia ou na Física. Em Ciências Humanas e suas áreas de atuação existe a subjetividade, que no processo de Seleção, fica por conta de inúmeros fatores como:
    • Cultura organizacional;
    • Perfil do gestor requisitante;
    • Comportamento apresentado pelo candidato em todas as etapas do processo desde o contato inicial;
    • Empatia e abertura dos envolvidos;
    • Perfil do profissional do RH, uma vez que temos bons ou maus profissionais em qualquer área e em qualquer segmento e no RH não é diferente.

    Concorrência

    Tanto a empresa, quanto o candidato devem ter bom senso durante todo o processo. O candidato deve ter em mente que sair-se bem em apenas uma etapa não é suficiente, pois existem milhares de candidatos que são péssimos profissionais ou que não possuem formação adequada ou que vão mal nos testes, mas que no momento da entrevista se comportam muito bem, respondendo a todas as perguntas com clareza.
    Como para alguma aprovação, existem várias reprovações, conclui-se que sair-se bem em apenas uma das etapas não é o fundamental para que haja aprovação na seleção. O aprovado será aquele profissional que apresentar os melhores resultados em todas as etapas da seleção. E ser reprovado, deve ser encarado como natural, uma vez que devemos lembrar que nunca estamos sozinhos no processo de seleção e que existe uma concorrência igualmente competente, ou até mais que você.

    Entendimento

    Com estas informações sobre o Recrutamento e Seleção, quem não conhece a área consegue compreender como funcionam esses processos que são cruciais para a empresa e para o profissional. Devemos entender que devido à globalização e exigências do mercado concorrencial, é natural que estes processos sejam minuciosos e bem trabalhados, para que haja o mínimo de erros e descontentamentos posteriores, de ambas as partes.
    Falando de maneira abrangente, como no processo de Recrutamento na Seleção também não há interesse do RH em "prejudicar" o candidato, uma vez que o RH trabalha com prazos, mas o que deve ser entendido é que a missão da Seleção é "colocar o profissional certo, na posição certa e no momento certo para os envolvidos", ou seja, o candidato quando preterido é por que não se adequa nesta missão, pois o seu concorrente foi considerado mais adequado.
    Portanto, o ideal é que seu FOCO seja: “ser o melhor profissional que posso ser para ser melhor que meus concorrentes!”.

Recrutadores contam como avaliam os currículos recebidos

Já parou para pensar em como os recrutadores leem os currículos? Ter uma boa compreensão desta situação ajuda bastante na produção do material. Cuidar bem da forma e do conteúdo é fundamental para garantir a visibilidade deste, que pode ser o passaporte de entrada em uma vaga de emprego.

Pensando exatamente nisso, o aconselhador de carreira Rodrigo Ferraz, que dirige a empresa de consultoria empresarial Up Beat, escreveu um artigo sobre o tema. Segundo ele, como os processos seletivos estão mais lentos e com um contingente muito maior de candidatos, os recrutadores estão buscando cada vez mais objetividade durante a análise dos candidatos.

— Muitos cuidados na hora de elaborar um currículo ainda são vistos pelas pessoas como diferenciais, quando, na verdade, deveriam ser encarados como obrigação — afirma ele. — É o caso de descrever mais detalhadamente as experiências. É muito comum as pessoas apenas nomearem suas atribuições nas empresas. Mas queremos saber, na verdade, quais foram seus pontos fortes nessa atuação. A gente sabe, por exemplo, o que um gerente de marketing faz. O que importa, para nós, é conhecer qual ação o candidato tomou em relação a determinada marca e o que isso proporcionou.

A apresentação visual também deve ser uma preocupação. De acordo com Ferraz, quanto mais limpa for a aparência do documento, mais chances tem de atrair o olhar do recrutador.

— Tem gente que faz uma verdadeira colcha de retalhos, com informações truncadas e mistura de fontes — comenta.




VENDER O PEIXE

A coordenadora e professora dos MBAs da Fundação Getulio Vargas, Anna Cherubina Scofano, mostra uma visão prática sobre como os currículos devem ser pensados:

— O candidato tem que se colocar no lugar de um produto e pensar que, para que alguém queira compará-lo, precisa ser vendável. Ou seja, tem que mostrar seus benefícios.

Os selecionadores, como ela diz, também querem coerência. Eles analisam como a formação profissional e as experiências do candidato têm a ver com a vaga aberta.

— Não adianta ficar enchendo o currículo com experiências repetitivas e desconexas — recomenda Anna. — Então, a cada palavra escrita, a pessoa tem que se questionar se realmente tem algo a agregar.

Outro aspecto muito observado é o modelo utilizado. No passado, era comum esses documentos serem redigidos com informações como números de CPF e Identidade. Atualmente, isso caiu em total desuso. Nome, idade, contatos, endereço e estado civil estão de bom tamanho.

— Se a pessoa insiste nisso, acaba passando uma imagem de que está desatualizada — afirma Anna.

Monitora de Recursos Humanos do grupo de consultoria Insigne, Mariana de Assis está acostumada a avaliar currículos com olhar clínico. A cada processo aberto pela empresa, ela recebe cerca de 200 exemplares.

— A primeira coisa que vejo é se realmente está de acordo com a vaga, analisando o objetivo da pessoa e as funções que já exerceu. Ainda é muito comum profissionais de outras áreas mandarem seus dados para qualquer processo aberto, achando que terão alguma chance — comenta.

Depois dessa peneira, ela imprime os exemplares adequados e parte para a avaliação das experiências descritas e a formação. Ela também dá uma atenção especial para o local onde os candidatos residem. Quem está mais próximo à empresa soma pontos.

Já Ana Paula Montanha, sócia da Jobplex no Brasil, empresa especializada em recrutamento e seleção de executivos de alto escalão, conta que a primeira coisa que observa é a formação. Ela explica:

— Isso mostra o quanto a pessoa se dedicou à carreira e como ela se esforçou para se aprimorar. Para ser dedicado, o profissional precisa de gostar do que faz, e a quantidade de cursos e especializações dentro de sua área são indicadores disso.

E isso, segundo ela, não significa que tais informações devem ser as primeiras listadas. Ela espera apenas que estejam bem escritas.

— Os brasileiro têm mania de se apegar à ideia de que lemos apenas a primeira página. A preocupação não tem que ser essa. Tem que ser com o conteúdo — observa Ana Paula.

Jamais esquecer-se de que a mentira tem perna curta é outro mandamento. Ana Paula conta que muita gente insiste em inflar a carreira, e acaba se queimando para sempre na empresa.

— Certa vez, um executivo disse que havia se formado numa faculdade e, quando pedimos o comprovante, ele confessou que ainda não tinha terminado o curso — recorda-se.

EXIGÊNCIA TAMBÉM PARA INICIANTES

Jovens que estão inciando a vida profissional também devem ser criteriosos ao produzir um currículo. A assessora técnica de recrutamento e seleção da Fundação Mudes, Ana Paula Furlan, afirma que não é por estarem começando a carreira que a exigência vai ser menor.

Especializada em estágio e trainee, a fundação recebe cerca de 200 currículos por dia, dos quais, pelo menos, 30% têm alguma falha, de acordo com Ana Paula.

— Eles costumam se esquecer de informações essenciais, como telefone, bairro e estado civil — nota a assessora. — É muito comum listarem apenas um telefone residencial que nunca é atendido ou escrever algo com grafia errada, como nome de softwares que dizem dominar.

Obviamente, como essas pessoas estão no início da carreira, também é normal se sentirem inseguras por terem poucas experiências a serem listadas. Mas mentir ou citar atividades que não conversam com a vaga só vai atrapalhar.

— O ideal é que o estudante aproveite isso para pensar na carreira. É o momento de buscar cursos, trabalhos voluntários e até palestras que possam ser citadas — indica ela.

Para o superintendente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola no Rio, Paulo Pimenta, também é importante fugir do modelo-padrão:

— O material deve ser adequado à cada empresa. O estudante precisa conhecer o perfil da companhia e priorizar as experiências que interessem ao recrutador.

Outro aspecto interessante para o candidato, segundo Pimenta, é mostrar um pouco da sua personalidade por meio de algumas atividades.

— É o caso daqueles que fazem algum trabalho voluntário ou ação cultural — ilustra ele, ressaltando que isso deve ser feito com parcimônia. — Não adianta ficar enchendo de penduricalhos, porque vira excesso.

Perguntas frequentes em uma entrevista de emprego

Saber exatamente o que será perguntado a você em uma entrevista de emprego pode ser essencial para garantir sua contratação. A maioria das empresas tem um roteiro com questões que sempre são perguntadas para os cargos. Sendo assim, você pode ter as respostas previamente planejadas para ter mais segurança durante sua entrevista.
Confira algumas perguntas frequentes em entrevistas de emprego e saiba como respondê-las:
1. "Conte um pouco sobre você". Essa é uma pergunta que provavelmente farão logo no início da entrevista. É importante que você se lembre de contar características profissionais e experiências de emprego anteriores. Tente ser o mais breve e completo possível durante sua descrição.
2. "Quais são seus pontos fortes?". Normalmente as empresas especificam nos anúncios de emprego algumas características que consideram essenciais em um candidato, como, por exemplo, "facilidade com relacionamentos interpessoais". Lembre-se de quais foram os elogios que você costumava receber em outros trabalhos e cite suas qualidades principais que se encaixem com o perfil da empresa.
3. "Quais são seus pontos fracos?". Sua chance de ser contratado pode depender do que você responder a essa pergunta. Pense em pontos fracos sobre você que não se encaixem diretamente com o emprego ou cite características que são mais positivas do que negativas como, por exemplo, "as pessoas costumam dizer que sou organizado demais".
4. "Por que você quer trabalhar nessa empresa?". Aproveite essa pergunta para fazer alguns elogios à empresa. Explique o motivo de esse ser o trabalho ideal para você, relacionando suas características com as qualidades da empresa.
5. "Por que você saiu do seu último emprego?". Se você ainda não teve um emprego, essa questão não é para você. Caso contrário, responda com profissionalismo. Não faça reclamações e nem fale “mal” sobre o seu chefe ou sobre a empresa anterior se esse foi o motivo que fez você deixar seu último trabalho. O melhor é dizer que houve uma redução de quadro na empresa e você infelizmente foi demitido. Pois difamar a empresa anterior, torna-se um ponto negativo para você.
6. "O que você sabe sobre a nossa empresa?". As empresas costumam fazer essa pergunta para ter certeza de que você sabe a que trabalho está se candidatando. Pesquise sobre a empresa antes de ir à entrevista e foque sua resposta em alguns fatos sobre a história da companhia e sobre o caminho que ela segue atualmente.
7. "De qual conquista pessoal você tem mais orgulho?". Tente se lembrar de conquistas que se relacionem com a vaga para a qual você está se candidatando.
8. "Conte sobre algum problema que você enfrentou no seu emprego anterior (ou durante algum projeto na sua universidade) e como você lidou com isso". É importante que a empresa saiba que você não tem dificuldades em lidar com problemas e sabe como resolvê-los. Pense em algo que mostra que você consegue trabalhar sob pressão e tem facilidade em se comunicar.
9. "O que você espera fazer nos próximos 5 anos?". Deixe claro que você espera ter prosperado no trabalho e que está animado com a oportunidade. A empresa não te contratará se você disser que deseja trabalhar lá durante o menor período de tempo possível para depois procurar uma oportunidade melhor.
10. "Quais são suas expectativas de salário?". Pesquise sobre quanto uma pessoa da sua idade e com a sua experiência profissional costuma receber e calcule uma média para responder a essa pergunta. Dizer que você está mais interessado no aprendizado que a empresa pode te oferecer do que no salário também é uma boa alternativa.
Essas são perguntas que frequentemente os recrutadores fazem em uma entrevista de emprego. Por isso esteja sempre preparado para esses tipos de perguntas e tome muito cuidado na hora de respondê-las.

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Sete erros não-verbais para evitar em entrevistas de emprego

Aperto de mão frouxo ou forte demais, pigarrear excessivamente e gesticular demais: saiba como não prejudicar sua imagem diante do recrutador
Gesticular demais durante a entrevista pode prejudicar a imagem do profissional diante do recrutador
RIO - O corpo fala e quase todo mundo sabe disso. Mas, na hora de uma entrevista de emprego, o nervosismo e ansiedade podem fazer com que o candidato deixe essa informação passar batido. A coach Lisa Quast, do site americano especializado em recrutamento NWJobs, reuniu sete dicas para que postulantes a uma vaga de emprego evitem erros não-verbais que podem comprometer o sucesso na entrevista.
Lisa diz que, embora nunca decida contratar alguém baseada unicamente na comunicação não-verbal, ela usa essas informações para avaliar o que ela chama de “cenário maior”, por isso recomenda que os candidatos evitem os sete erros.
Veja quais são:
1. Aperto de mão estranho.
Um aperto de mão frouxo pode indicar insegurança, enquanto um aperto de mão muito forte pode indicar arrogância. Um aperto de mão muito longo pode passar a impressão ao recrutador de que o candidato está se esforçando demais para impressionar — e que você pode acabar “alongando” também suas realizações, conhecimentos e experiências.
2. Contato visual (em excesso ou quase nenhum).
Pouco contato visual pode sugerir que o candidato não está realmente interessado na vaga. Por outro lado, contato visual em excesso pode intimidar o entrevistador e acabar levando a conversa para outros rumos.
3. Gestos sem controle.
Isso inclui balançar a perna, bater o pé, apertar o botão da caneta insistentemente, ou gesticular demais com braços enquanto fala — tudo isso tira a atenção do recrutador no candidato. O NWJobs cita o exemplo de uma candidata que gesticulava demais com os braços enquanto falava, acabou derrubando duas xícaras de café, e a entrevistou foi ladeira abaixo...
4. Pigarro constante.
Embora alguns considerem o pigarro como comunicação verbal, é um hábito nervoso que faz com que seja quase impossível que o entrevistador preste atenção ao que o candidato está dizendo. Segundo Lisa Quast, uma das experiências mais estressantes pelas quais ela já passou foi quando entrevistou um profissional que limpava a garganta a todo instante enquanto falava.
5. Falta de expressão facial.
Se o candidato não sorrir ou demonstrar qualquer tipo de emoção em seu rosto, pode passar a impressão de que não é muito motivado ou interessado.
6. Postura ruim.
Inclinar-se para trás ou cruzar braços e pernas podem demonstrar que o candidato não está interessado na discussão, ou ainda parecer arrogante ou confiante demais.
7. Traje inapropriado.
A roupa também revela muito sobre um candidato e pode causar impacto negativo se for incompatível com o cargo pretendido. Lisa conta que uma vez entrevistou uma candidato a uma vaga de gerente de marketing em uma empresa tradicional do ramo de saúde que apareceu vestido como John Travolta no filme “Embalos de sábado à noite”: camisa desabotoada, peito aparecendo e vários colares que não condiziam com a vaga, com a empresa, nem com a indústria em que ele pretendia atuar.
Fonte: NWJobs

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Você daria um emprego a você mesmo? Pense nisso!

Considere seu currículo a chave para abrir a porta da empresa. Como as chaves, ele não abrirá as portas de todas as empresas, mas de uma delas. Alguns fatores como falta de afinidade entre o perfil do candidato e o perfil da empresa, disputa com outros candidatos mais qualificados, salário incompatível com o cargo pretendido, erros técnicos na sua elaboração, falta de capacitação para o cargo e falta de objetivos do candidato podem impedir essa abertura.

Se você imagina chamar a atenção do selecionador enviando um currículo fora dos padrões, saiba que o excesso de criatividade tem hora e lugar para ser demonstrado e este não é o momento. A apresentação do currículo não deve chamar mais atenção do que as informações nele contidas. Existem exemplos absurdos como currículos em forma de origami, enviados em papéis de cores fortes, escritos à mão, enviados em caixas embaladas para presentes.
Imagine um CV com 75 folhas. São 75 folhas. Você acha absurdo? Eu também achei e costumo citá-lo como exemplo de "currículo de peso", exemplo que não deve ser seguido. Mesmo o profissional com muitas realizações deve encontrar uma forma resumida de mencioná-las. Outros detalhes podem ser conversados durante a entrevista.
Lembre-se! O papel do currículo é abrir portas e não fechá-las.
Nessa etapa, vai ter maior destaque o candidato que despertar o interesse do selecionador, através da clareza de informações, do bom desempenho profissional, da capacidade de crescimento e do diferencial que lhe dará vantagem sobre os outros. Um gerente com domínio de inglês estará competindo com candidatos iguais a ele, mas se também domina o espanhol e a empresa exporta para países da América Latina, ele se sobressairá. Uma secretária bilíngue ganhará pontos se tiver conhecimento da língua de origem da multinacional que a estiver contratando.
O processo de recrutamento
Antes de abordarmos os aspectos técnicos da elaboração do currículo, quero mostrar como funciona o processo de seleção, para que alguns pontos sejam esclarecidos e fique mais fácil compreender o porquê de algumas regras.
Quando uma empresa recruta profissionais, normalmente ela tem pressa em selecionar o candidato ideal. E você pode estar disputando uma vaga com uma, dez ou trezentas pessoas em condições semelhantes às suas. A primeira preocupação da selecionadora é separar os CV em três categorias: potenciais, talvez e recusados.
Os primeiros serão convocados para a entrevista; enquanto os demais, dependendo da empresa, poderão receber uma carta agradecendo a participação e comunicando o preenchimento da vaga.
A falta de clareza, falha técnica na apresentação, omissão da idade e datas, e falta de qualificação são os principais fatores responsáveis pela eliminação nesta fase. Um currículo acompanhado de uma carta de apresentação mostrando seus objetivos de forma clara e objetiva, pode ser uma chave eficaz para abrir a porta da empresa. Recomenda-se que a carta seja enviada se for redigida corretamente.
Devido à quantidade de currículos recebidos, as selecionadoras precisam agir com rapidez e precisão, lendo e analisando as informações. Para facilitar o processo, foram criadas algumas técnicas e regras:
Não esqueça que a função do CV é "vender" sua imagem e destacar sua experiência profissional. A primeira página é decisiva porque pode despertar o interesse da Selecionadora ou não. Deixe transparecer objetividade, positivismo e comunicabilidade.
A linguagem deve ser clara e objetiva. Revise o texto para evitar erros gramaticais e de acentuação. Não mencione suas experiências na terceira pessoa (realizou, participou, coordenou, cumpriu). Utilize as palavras realização do projeto..., participação como líder..., coordenação do projeto..., cumprimento de metas... Procure mostrar os resultados positivos de suas atividades.
Destaque seus pontos fortes, como estabilidade, profunda experiência e liderança, sem exageros. Mantenha o equilíbrio e o bom-senso. As informações devem ser verídicas, pois as empresas checam os . Mesmo assim, há pessoas que insistem em valorizar o CV alterando sobre formação acadêmica, antigos empregadores e realizações no trabalho. Não use formulários prontos. São impessoais e demonstram pouca dedicação na elaboração de um trabalho tão importante.

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