sábado, 12 de agosto de 2017

Ele era o cara na balada, hoje sofre com a falta de grana, com o desemprego

Cardoso, (nome fictício), era um baladeiro de presença. Ganhando bem, com um bom emprego, e muitos amigos, era a estrela da turma. Não pensava no futuro, já que estava tudo sempre bom. Muitos amigos, cerveja ou destilado a rodo, meninas em volta, super querido, enfim, noites perfeitas. Até que com a crise tudo desabou. Os reais, gastos na noite, hoje fazem falta para o dia a dia, para produtos básicos e outras necessidades. A ficha então começa a cair, a depressão chega, a culpa, pessoal, começa a derivar para terceiros, como se somente eles fossem os culpados do infortúnio, não eram. Os amigos já não os tem mais. A família, antes negligenciada, empresta o apoio para que os dias, hoje negros, voltem a ter céu de brigadeiro. 

Até que Cardoso conheceu Valdir, um ex-baladeiro, que lhe passou toda sua experiência. Uma delas, segundo Valdir, é que tudo sempre passa. O que se deve buscar é ensinamento na experiência, minimizando os eventuais problemas futuros. Tendo passado por situação semelhante, Valdir citou que, hoje, seu futuro está sempre presente nas atitudes. Não joga dinheiro fora, não se deixa envolver por bajuladores de plantão, investe em educação, treinamento e até ensaia um negócio. Ações que, segundo Valdir, são possíveis com disciplina, criatividade, motivação e perseverança. Que fique claro, disse Valdir a Cardoso, esta não será sua última crise, mais virão, com maior ou menor intensidade, o que vai depender da sua atitude.

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